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sábado, 9 de março de 2024

Pilotos com mais pódios, vitórias e poles na Fórmula 1.

É inegável que Max Verstappen vem aproveitando com primazia a oportunidade que a RedBull vem lhe dando nos últimos anos, pois com um carro dominante o holandês não está dando chances para a concorrência e vem empilhando vitórias, pódios e poles.

Com a vitória no GP da Arábia Saudita, neste sábado 09/03/2024, o atual tricampeão da categoria chegou ao seleto grupo dos pilotos com 100 pódios na categoria, além de sua 34ª pole, e por esses motivos, fizemos este post com os 16 pilotos com mais vitórias, poles e pódios na Fórmula 1.


PILOTOS COM MAIS VITÓRIAS:


PILOTOS COM MAIS PÓDIOS:


PILOTOS COM MAIS POLES:


Cores meramente ilustrativas

Fotos - Reprodução de internet

domingo, 11 de outubro de 2020

Todas as vitórias de Schumacher e Hamilton, os maiores vencedores da Fórmula 1.

Nesse domingo (11/10) foi disputado o GP de Eifel da Fórmula 1, no tradicional circuito de Nurburgring, na Alemanha. E quiseram os Deuses do esporte, que justamente em terras germânicas, o número de 91 vitórias de Michael Schumacher fosse igualado por Lewis Hamilton.

As vitórias do heptacampeão foram conseguidas em 15 temporadas, de 1992 à 2006, nos quatro primeiros anos pela equipe Benetton, 19 vitórias no total, já nos anos subsequentes, alcançou mais 72 vitórias, todas pela tradicional equipe Ferrari.

Hamilton precisou de 14 temporadas para igualar as 91 vitórias de Schumacher, de 2007 à 2012 pela McLaren, com 21 vitórias no total, e os demais 70 triunfos foram obtidos na equipe Mercedes, desde 2013. Curiosamente, o piloto inglês somente correu na Fórmula 1 com motores da estrela prateada. 


Curiosamente, a história de Hamilton na categoria se inicia na primeira temporada disputada sem Schumacher nas pistas, em razão de sua primeira aposentadoria, 2007, e seu reinado na Mercedes advém de sua chegada na equipe, em substituição ao alemão, ocorrida para a temporada de 2013.

As vitórias de:


Os maiores vencedores da categoria:


Como Hamilton ainda tem mais algumas corridas para disputar neste ano, e pelo menos mais uma temporada inteira, tudo leva a crer que o piloto conseguirá abrir uma bela vantagem frente aos belos números do alemão, até mesmo em razão do domínio que a Mercedes tem frente a concorrência.

A minha geração realmente é uma privilegiada pois pode testemunhar todas essas 182 vitórias, além de todas as 53 de Vettel, e as  32 de Alonso, e muitas das 51 de Prost, 41 de Senna, 31 de Mansell e 23 de Nelson Piquet, os maiores vencedores, dentre outros.


Cores meramente ilustrativas

Fotos: Reprodução de internet

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Mercedes tem as duas duplas de pilotos que mais vezes largaram da primeira fila na história da F1.

Como tem sido costumeiro nessa temporada da Fórmula 1, Lewis Hamilton e Valtteri Bottas largaram, respectivamente, das duas primeiras posições do grid de largada no GP da Toscana, disputado no último domingo (13/09), no incrível circuito de Mugello, na Itália.

Para se ter uma ideia do domínio da flecha de prata nessa temporada, das nove provas já disputadas até aqui, apenas nas duas primeiras etapas da temporada, ambas disputadas na Áustria, Max Verstappen conseguiu largar da segunda posição do grid, e numa delas, graças a uma punição sofrida por Hamilton.


E o GP da Toscana marcou a 24ª vez que a dupla Lewis Hamilton & Valtteri Bottas largou junta da primeira fila do grid, um feito, empatando com a sensacional dupla, que para muitos foi a melhor da história, Ayrton Senna e Alain Prost.

Tudo bem que a dupla histórica da McLaren alcançou tal número em apenas duas temporadas, 1988 e 1989, num total de, pasmem, apenas 32 provas disputadas, ou seja, somente em oito corridas (03 e 1988 e 05 e 1989), o francês não largou da primeira fila, vez que Ayrton largou desta fila em todas as provas desse biênio.

Já a atual dupla da Mercedes levou quatro temporadas para alcançar o mesmo número, de 2017 à 2020 (ainda em curso), muito, graças a um desempenho do Bottas aquém da possibilidade do carro.


Além de ser o piloto que mais vezes largou da primeira posição na categoria, com incríveis 95 poles, Lewis Hamilton também forma a dupla que mais vezes teve a honra de largar da primeira fila, e isto ocorreu em 44 provas, com Nico Rosberg.

AS DUPLAS EMPATADAS NA SEGUNDA POSIÇÃO:


A DUPLA CAMPEÃ DOS GRIDS - HAMILTON & ROSBERG

Cores meramente ilustrativas!
Fotos: Reprodução de internet.

domingo, 14 de junho de 2020

E SE? 2014/2015 - DUAS TEMPORADAS SEM MERCEDES.

Inspirado no post E SE? 1988 - UM ANO SEM MCLARENS de autoria de  Roberto Taborda e Sergio Milani, resolvemos fazer uma nova simulação, mas agora das duas primeiras temporadas da Fórmula 1, dominadas pela equipe Mercedes AMG, anos 2014 e 2015, com os pilotos Lewis Hamilton e Nico Rosberg, respectivamente campeão e vice em ambos os anos.

Como dito pelos autores da ideia original, "A história é escrita pelos vencedores", e não é a nossa intenção desconstituir tal fato, mas apenas fazermos o exercício: "E se?"

Vemos essas duas temporadas, como as que contaram com o maior domínio exercido pela Mercedes AMG, pois em ambas, os carros da equipe alemã só deixaram de vencer em três etapas, Canadá, Hungria e Bélgica, em 2014, e Malásia, Hungria e Cingapura, em 2015.

Na mesma toada, em ambos os anos, somente em seis ocasiões, um dos pilotos da equipe não ocupou o segundo lugar, tendo ocorrido, ainda, 11 dobradinhas em 2014 e 12 em 2015.

A guisa de comparação, em 2016, a Mercedes somente não venceu duas etapas, contudo, ficou fora da segunda posição em 13 corridas, marcando apenas 08 dobradinhas, isso numa temporada que contou com duas corridas a mais, 21 no total, contra 19 nas anteriores.

Efetivamente, ninguém nega que desde o início da nova era dos motores turbo, com unidade de recuperação de energia, a Mercedes tem amplo domínio sobre as demais equipes da categoria, mas achamos que seria legal verificarmos como teria sido os campeonatos de 2014 e 2015 sem a participação da equipe da estrela.

F1 W05 Hybrid

Temporada de 2014:

Neste ano, na temporada real, tivemos 03 vencedores, pois além da dupla da Mercedes tivemos apenas Daniel Ricciardo, pela RedBull, como vencedor, nas três corridas que não foram vencidas pelas flechas de prata: Canadá, Hungria e Bélgica.

Já na temporada revisada, sem os pilotos das Mercedes, teríamos o fantástico número de 07 vencedores diferentes:  Daniel Ricciardo (06), Bottas (04), Alonso (na China), Vettel (03), Felipe Massa (03), Magnussen (na Austrália), e Sérgio Perez (no Barein). Registre-se, que durante parte da temporada Fernando Alonso teria liderado, e sairia empatado com Ricciardo do GP da Áustria, ambos com 119 pontos, e Bottas somente ultrapassaria o piloto espanhol após o GP da Rússia.

Para alegria de todos, nessa nossa hipótese, o alemão Nico Hulkenberg conseguiria seus três primeiros pódios na categoria, todos terceiros lugares.

No resultado final, teríamos Daniel Ricciardo campeão, com 300 pontos, Valtteri Bottas vice, com 255 pontos e Fernando Alonso em terceiro, com 237 pontos.

Resultado do campeonato de 2014 sem as Mercedes:

Como vemos na planilha acima, somente Esteban Gutiérrez, da Sauber e Kamui Kobayashi, da Caterham, não pontuariam nessa temporada de 2014 sem as Mercedes.

2014 CANADA GP: DANIEL RICCIARDO SCORES MAIDEN WIN - FORMULA 1

No campeonato de construtores a RedBull seria a campeã com 530 pontos, a Williams seria vice com 435 pontos e a Ferrari ficaria na terceira posição, com 334 pontos.

Campeonato de construtores de 2014, sem as Mercedes:

Sem a participação da equipe Mercedes, todas as dez equipes pontuariam em 2014.

Temporada de 2015:

Como ocorrera em no ano anterior, em 2015 também só tivemos 03 vencedores na temporada real, pois além da dupla da Mercedes apenas Sebastian Vettel venceu na temporada, isso no seu primeiro ano de Ferrari, nas três corridas que não tiveram Hamilton ou Rosberg no degrau mais alto do pódio: Malásia, Hungria e Cingapura.

Já na temporada revisada, sem os pilotos das Mercedes, de modo diverso do ocorrido em 2014, teríamos um domínio avassalador de Sebastian Vettel, que venceria, nada menos do que 13 corridas, teria ainda, 02 segundos e 02 terceiros lugares, marcaria um ponto na Bélgica e somente não pontuaria no GP do México.

Kimi Raikkonen venceria as duas corridas corridas dos Emirados Árabes Unidos, a dupla da Williams venceria duas seguidas, no Canadá e na Áustria, respectivamente com Bottas e Massa, e Romain Grosjean venceria o GP da Bélgica.

Além da única vitória do francês, outros três fatos também merecem destaque, o primeiro seria o pódio de Felipe Nasr, no GP da Austrália, além do segundo lugar de Max Verstappen no GP dos EUA, e ainda, que Daniil Kvyat terminaria 10 pontos à frente de Ricciardo no campeonato, enquanto na temporada real a diferença foi de apenas 03 pontos, mas também com vantagem para o Russo.

Diferentemente de 2014, nesse cenário da temporada de 2015, Nico Hulkenberg passaria em branco, sem qualquer pódio, como na vida real.

No resultado final, teríamos Sebastian Vettel campeão, com 392 pontos, Kimi Raikkonen vice, com 219 pontos e Valtteri Bottas em terceiro, com 206 pontos.

Sebastian Vettel 2015 (With images) | Ferrari scuderia, Sebastian

Resultado do campeonato de 2015 sem as Mercedes:

No campeonato de construtores a Ferrari seria a grande campeã com 611 pontos, a Williams seria vice pelo segundo ano consecutivo, com 388 pontos e a RedBull ficaria na terceira posição, com 280 pontos.

Campeonato de Construtores de 2015, sem as Mercedes:

Sem a participação da equipe Mercedes, todas as nove equipes pontuariam em 2015.

Ferrari apresenta o novo carro para a temporada de 2015 da Fórmula ...
Fotos: Reprodução de internet

quarta-feira, 4 de março de 2020

Em apenas uma década, a Mercedes vai além da consolidação na Fórmula 1

"Criada em 2010, a Mercedes-Benz AMG Petronas está em um patamar basicamente incomparável com as demais equipes construtoras na Fórmula 1. Prova disso, a atual hexacampeã em sequência, tem monopolizado o pódio com tanto sucesso dentro das pistas, graças ao rendimento de Lewis Hamilton, Valtteri Bottas, e anteriormente Nico Rosberg.

Desde a chegada de Hamilton, para a temporada 2013, a Mercedes saltou do top 5 melhores escuderias, para colecionar troféus ano após ano. A virada chave da figuração para o protagonismo ocorreu em 2012, com a chegada do austríaco Niki Lauda. 

O saudoso Lauda chegou à Mercedes com o cargo de Presidente Não-Executivo, e segundo o próprio Lewis Hamilton, Niki foi fundamental para a troca de equipe do até então campeão mundial de 2008, deixando para trás a McLaren. 

Ao lado do alemão Nico Rosberg, que já estava na casa desde 2010, Hamilton em sua primeira temporada na Mercedes terminou em 4º (Rosberg em 6º). A construtora já saltaria da quinta colocada de 2012 para a segunda melhor, no ano seguinte.

E desde 2014 a Mercedes simplesmente devastou as construtoras adversárias na Fórmula 1. Com Hamilton cinco vezes (2014, 15, 17, 18 e 19) e Rosberg (2016), a empresa seria hexacampeã de forma consecutiva na modalidade. 

Diante dos vários recordes quebrados, como por exemplo, as 16 de 19 corridas vencidas em 2014, a Mercedes-Benz motivou uma alteração no regulamento da F1 que entrará em vigor a partir de 2021.

Segundo o site Globo Esporte, a Liberty Media aprovou em 2019 uma série de mudanças para impulsionar a competitividade nos Grand Prix. Dentre algumas novidades, o teto orçamentário de US$175 milhões foi aprovado, além da padronização nos desenhos dos novos carros.

Apesar de cada equipe ainda ser responsável pela engenharia de seus respectivos carros, uma série de normas deverão ser seguidas para a realização da temporada. Os pneus que deixarão o aro 13 para o 18 e uma atenção no combate à poluição também serão fatores de destaque na nova era da Fórmula 1."

Autor: Gabriel de Oliveira

Fonte: https://www.facebook.com/BlogGabrielOlv/posts/120190046227786

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As três duplas da nova era da Mercedes AMG F1
Fotos: Reprodução de internet

sábado, 20 de abril de 2019

Os maiores pilotos nas 1000 corridas da Fórmula 1.

Nessa análise dos melhores pilotos, em dados estatísticos, da Fórmula 1, nas 1000 corridas realizadas, elaboramos três planilhas, a primeira considera as vitórias, a segunda as poles, e a última os pódios conquistados.

Nas três planilhas nós apresentamos a média percentual de vitórias, poles ou pódios conquistados por cada piloto, em relação ao total das corridas que ele disputou, e também em relação as 1000 corridas disputadas na categoria.

VITÓRIAS

Na planilha acima vemos que os oito melhores pilotos venceram exatamente 400 corridas, ou seja, exatos 40% do total já disputado

Se formos até o 12º piloto, chegamos à 497 vitórias, ou seja, praticamente a metade das corridas disputadas.

Por fim, chegando até o 17º piloto com mais vitórias, totalizamos 599 triunfos, ou seja, praticamente 60% das corridas disputadas.

POLES

Já na planilha das poles, vemos que os oito melhores pilotos largaram da posição de honra em 398 corridas, ou seja, praticamente 40% do total já disputado

Se formos até o 12º piloto, chegamos à 501 poles, ou seja, a metade +1 das corridas disputadas na categoria.

Por fim, chegando até o 17º piloto com mais poles, totalizamos 599, ou seja, praticamente 60% das corridas disputadas.

PÓDIOS

Já na última planilha, a de pódios, percebemos que os 21 pilotos que mais vezes subiram no pódio totalizam 1510 aparições, ou seja, um pouco mais de 50% das possibilidades, nas 1000 corridas já disputadas

Registra-se que como o pódio tem 3 lugares o total de corridas é multiplicado por três.

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Foto: Reprodução de internet.

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2019

Ranking dos 40 mais da F1 considerando a regra atual de pontuação para todos.

Nesses últimos dois rankings, que fecham o tema, consideramos a colocação obtida por cada piloto, mas atribuímos a pontuação igual para todos, nos termos da regra hoje utilizada pela fórmula 1, de 25 pontos para o primeiro colocado, 18 pontos para o segundo, e assim por diante, independentemente da época em que correram. 

Nos rankings abaixo percebemos algumas diferenças em ralação aos rankings do post anterior, pois no atual pesou mais a quantidade de vezes que os pilotos chegaram entre os três primeiros colocados, pela pontuação mais alta que é atribuída a estas posições, mas o número de vezes que ficaram em posições intermediarias também acabou exercendo alguma influência.

Ranking por pontos:

Ranking pela média de pontos por corridas:

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Foto: Reprodução de internet

sábado, 23 de fevereiro de 2019

Ranking dos 40 mais da F1 pela pontuação conquistada.

Nesses dois rankings consideramos a pontuação realmente obtida por cada piloto, independentemente da época em que correram e da pontuação que era atribuída por cada posição. 

Nos rankings abaixo podemos perceber que o fato do piloto ter participado da fase atual da Fórmula 1, que atribuí uma pontuação bem maior do que antigamente, por exemplo, 25 pontos para o vencedor, enquanto antes eram 10 pontos e mais antigamente  apenas 09 pontos, influenciou muito no resultado final dos mesmos.

Ranking por pontos:

Ranking pela média de pontos por corridas:

Em breve publicaremos rankings diferentes.

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Foto: Reprodução de internet

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2019

Os top 30 da Fórmula 1.

A linha de corte inicial para apresentação desses rankings seria somente os 30 pilotos com maior número de conquistas, em cada um dos critérios adotados, contudo, resolvemos incluir os pilotos que empataram na 30ª posição, por isso aprecem 33, 31 e 32, respectivamente, em cada grupo.

Pelos rankings podemos ver que Lewis Hamilton já possuí o maior número de poles, e matematicamente, seria possível que o piloto do Mercedes alcançasse Michael Shumacher já na temporada de 2019, tanto no número de vitórias quanto no número de pódios, embora seja dificílimo, ou praticamente impossível que isso ocorra, e em ambos os casos, tais marcas devem ser alcançadas, ou superadas, somente em 2020 ou 2021, se o britânico permanecer na categoria até lá.

Pilotos com mais vitórias na Fórmula 1:

Pilotos com mais pódios na Fórmula 1:

Pilotos com mais poles na Fórmula 1:

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