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domingo, 11 de outubro de 2020

Todas as vitórias de Schumacher e Hamilton, os maiores vencedores da Fórmula 1.

Nesse domingo (11/10) foi disputado o GP de Eifel da Fórmula 1, no tradicional circuito de Nurburgring, na Alemanha. E quiseram os Deuses do esporte, que justamente em terras germânicas, o número de 91 vitórias de Michael Schumacher fosse igualado por Lewis Hamilton.

As vitórias do heptacampeão foram conseguidas em 15 temporadas, de 1992 à 2006, nos quatro primeiros anos pela equipe Benetton, 19 vitórias no total, já nos anos subsequentes, alcançou mais 72 vitórias, todas pela tradicional equipe Ferrari.

Hamilton precisou de 14 temporadas para igualar as 91 vitórias de Schumacher, de 2007 à 2012 pela McLaren, com 21 vitórias no total, e os demais 70 triunfos foram obtidos na equipe Mercedes, desde 2013. Curiosamente, o piloto inglês somente correu na Fórmula 1 com motores da estrela prateada. 


Curiosamente, a história de Hamilton na categoria se inicia na primeira temporada disputada sem Schumacher nas pistas, em razão de sua primeira aposentadoria, 2007, e seu reinado na Mercedes advém de sua chegada na equipe, em substituição ao alemão, ocorrida para a temporada de 2013.

As vitórias de:


Os maiores vencedores da categoria:


Como Hamilton ainda tem mais algumas corridas para disputar neste ano, e pelo menos mais uma temporada inteira, tudo leva a crer que o piloto conseguirá abrir uma bela vantagem frente aos belos números do alemão, até mesmo em razão do domínio que a Mercedes tem frente a concorrência.

A minha geração realmente é uma privilegiada pois pode testemunhar todas essas 182 vitórias, além de todas as 53 de Vettel, e as  32 de Alonso, e muitas das 51 de Prost, 41 de Senna, 31 de Mansell e 23 de Nelson Piquet, os maiores vencedores, dentre outros.


Cores meramente ilustrativas

Fotos: Reprodução de internet

sábado, 19 de setembro de 2020

Ferrari tem quase 24% de vitórias em suas 1000 corridas na Fórmula 1.

E finalizando as publicações sobre as 1000 provas disputadas pela Ferrari na Fórmula 1, iniciadas  aqui nesse link, nesse último post vamos registrar as vitórias da equipe rossa na categoria.

Como veremos na planilha abaixo, podemos destacar o incrível número de 72 triunfos alcançado por Michael Schumacher pela equipe, o que por si, mesmo sem somadas as outras vitórias do alemão, já seria o recorde de toda categoria, na época em que foi alcançado, 2006, e que  teria perdurado por muitos anos, vez que, até hoje, somente Hamilton tem um número de vitórias maior. 


Assim como ocorre com as poles, Nick Lauda também é o segundo que mais vezes chegou na posição de honra pela Ferrari, e isso ocorreu em 15 corridas, e Sebastian Vettel vem em terceiro, com apenas uma vitória a menos que o austríaco.

Infelizmente para os tifosi, o momento da equipe de Maranello não é dos melhores, pois não vence desde o GP Cingapura do ano passado, aliais, ocasião em que marcou a sua última dobradinha, e na atual temporada somente conquistou dois pódios, ambos com  Charles Leclerc.

Diferente do que muitos podem pensar, a atual fase vivida pela Ferrari não é algo inédito em sua história, pois foram muitos os anos em que a equipe não conseguiu vencer, por exemplo 2014 e 2016, além do hiato vivido nas temporadas de 1991/92/93, tendo ocorrido, inclusive, anos até sem pódios, como em 1973 e 1980, este último, ano em que defendia tanto o título de construtores como o de pilotos.

Vejam todas a vitórias da Ferrari na Fórmula 1:





Vejam todas as dobradinhas da Ferrari na Fórmula 1:

Cores meramente ilustrativas!
Fotos: Reprodução de internet.

quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Ferrari mais de 200 poles em 1000 corridas.

No último grande prêmio de Fórmula 1, disputado no circuito de Mugello, na Itália, a icônica equipe Ferrari marcou a sua milésima participação na categoria, sem dúvida uma marca histórica, e que levaremos muito tempo para vermos outra equipe alcançar.

E para destacar esse feito histórico, resolvemos fazer um levantamento e divulgação de todas as poles e vitórias da equipe do "cavalo rompante", nesses 70 anos.

Nesse primeiro post vamos registrar as poles, como veremos na planilha abaixo, e da mesma, podemos destacar o incrível número alcançado por Michael Schumacher, 58 poles pela equipe. Lauda é o segundo que mais vezes largou da posição de honra pela Ferrari, e isso ocorreu em 23 corridas, e Felipe Massa está em terceiro, com 15 poles.



Vejam todas a poles da Ferrari na Fórmula 1:


Cores meramente ilustrativas!
Fotos: Reprodução de ineternet.

sexta-feira, 3 de abril de 2020

Os 20 mais da Fórmula 1 em alguns quesitos e médias.

Em tempo, gostaríamos de deixar bem claro que não temos a mínima intenção de apurar qual piloto foi melhor do que o outro, ou quais foram os melhores da categoria, estamos trazendo apenas dados estatísticos, ou seja, a frieza dos números.

Hamilton ChineseGP pole Senna Schumacher Fangio drivers poles ...

Média por poles:

Por número de poles:

Por número de pódios:

Por número de vitórias:

Média por vitórias:

F1 Raiz - Automobilismo em geral.: 2019
Fotos meramente ilustrativas - Reprodução de internet.

segunda-feira, 30 de março de 2020

Ranking dos 60 mais da Fórmula 1.

Temos recebido várias mensagens solicitando uma atualização do ranking por nós publicados em 25/02/2019, https://f1raiz.blogspot.com/2019/02/ranking-dos-40-mais-da-f1-considerando.html , elaborado para apresentar um balizamento na pontuação das diferente épocas da Fórmula 1.

Então, nesses rankings agora publicados, consideramos a colocação obtida por cada piloto, mas atribuímos a pontuação igual para todos, nos termos da regra hoje utilizada pela fórmula 1, de 25 pontos para o primeiro colocado, 18 pontos para o segundo, 15 pontos para o terceiro, e assim por diante, independentemente da época em que correram. Não consideramos o ponto atribuído para o piloto que faz a melhor volta, pois demandaria um levantamento em todas as provas já disputada, para ser verificada a colocação deste piloto e par ser exercida justiça.

Em tempo, gostaríamos de deixar bem claro que não temos a mínima intenção de apurar qual piloto foi melhor do que o outro, ou quais foram os melhores da categoria, estamos trazendo apenas dados estatísticos, ou seja, a frieza dos números.

Ranking por pontos com pontuação igualada:

Michael Schumacher terá documentário autorizado em dezembro | VEJA

Ranking pela média dos pontos com pontuação igualada:

GC6YX5H #2 Juan Manuel Fangio (Traditional Cache) in Coimbra ...

Ranking por pontos com pontuação real:


De pré-temporada difícil a melhor ano da carreira: Hamilton ...

Fotos: Reprodução de Internet

terça-feira, 24 de março de 2020

A origem da Ferrari 27, da Williams 5 e da Lotus 12, os números icônicos da Fórmula 1.

Algumas equipes da Fórmula 1 ficaram marcadas na história da categoria por ter ostentado um determinado número num de seus carros, é o caso, por exemplo, da Ferrari 27, usada por Gilles Villeneuve nos anos de 1981/82 e por Michele Alboreto nos anos de 1984-88, entre outros pilotos. Na mesma linha temos a icônica Lotus 12 de Ayrton Senna, 1985-87, e a Williams 5, de Nigel Mansell, 1985-88 e 1991/92.

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Mas nem sempre essas equipes utilizaram tais números icônicos, e originariamente, na verdade, tais números pertenciam a outras equipes da Fórmula 1, como o #27, por exemplo, que também marcou a história da Williams, pois foi com esse número que a equipe inglesa conquistou o seu primeiro campeonato de pilotos, com Alan Jones, em 1980.

Segundo nossos levantamentos, em 1973 surgiu a primeira organização do número dos carros das equipes, mas ainda com alguma confusão, por ser permitido que as equipes corressem com três carros, vejamos abaixo:


Em 1974, essa organização, atribuindo os números para as equipes, foi mais efetiva, pois se utilizou como critério a classificação do campeonato de construtores do ano anterior, e se acabou com a permissão das equipes terem três carros, mas foi mantida a autorização para que continuasse tendo equipes correndo com apenas um carro, vejamos:


Registre-se que os números 22/23 seriam da equipe Tecno, mas ela não participou da temporada de 1974 e os números 24 e 26/27 ficaram para as duas novas equipes.

A partir desse critério adotado em 1974, vemos a consolidação da Tyrrel com os números 3 & 4, da Lotus com o 5 & 6, da Brabham com o 7 & 8 e da Ferrari como 11 & 12, por exemplo, cenário que se seguiu até 1978, como no recorte a seguir:


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No período compreendido entre 1979 e 1984 vemos a Williams nos dois primeiros anos com os números 27 & 28 e depois alternando-se entre 1 & 2, em razão dos campeonatos de pilotos conquistados e o 5 & 6. Durante todo este período, a McLaren, a Renault e a Ligier, ostentaram, respectivamente, os números 7 & 8, 15 & 16, e 25 & 26.

Já a tradicional equipe Lotus só não usou o 11 & 12 no ano de 1979, em razão do campeonato conquistado em 1978, e a partir de 1980 pintou tais números em seus carros, algo parecido com a Alfa Romeo, que se estabeleceu com os #22 & 23 a partir desse mesmo ano.

O ano de 1981 marcou a entrada dos números 27 & 28 na história da Ferrari, em razão de ter cedido os #1 & 2 para a Williams, equipe teve o piloto campeão do ano anterior, e que ostentava os 27 & 28 em seus carros, vide a seguir:


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No recorte compreendido entre 1985 e 1992 vemos, claramente, que a maioria das equipes tem a sua numeração fixada, e as menores foram se encaixando nos números vagos. O curioso nessa fase, é o fato de que somente em dois anos, 1988 e 1990, a McLaren deixou de utilizar os números 1 & 2, cedendo-os, respectivamente, à Lotus e a Ferrari, equipes que tiveram a honra de ostentar o número do campeão, sem ter sido campeãs, mas sim, porque em ambos os casos, os pilotos campeões, Nelson Piquet (1987) e Alains Prost (1989), se transferiram para as mesmas.



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O lapso temporal de 1993 à 1995 marca o fim da tradicional regra de numeração que marcou época na Fórmula 1, e da qual eu, particularmente, mais gosto e me identifico, onde os números eram fixos das equipes, excetuando-se, claro, a questão da troca do piloto campeão, que as vezes provocava uma mexida maior ou diferente, como no caso da Ferrari de 1979/1980 e 81, e no caso da Williams de 1980/1981 e 82.

Na maioria das vezes acabava por ocorrer uma simples troca de numeração entre duas equipes, como ocorrido de 1989/1990 e 1991 (McLaren/Ferrari/McLaren), até no pitoresco caso de 1987/1988 e 1989 (Lotus/McLaren/Lotus), no caso da troca do #1 & 2 pelos #11 e 12, pois o #1 poderia ter ido para a Williams, mas acabou na equipe de Colin Chapman, pelos motivos já ditos, mais acima.

Nos dois primeiros anos desse triênio, curiosamente, nós vimos presente o #0 nos carros da equipe Williams, bicampeã, sempre com o piloto Damon Hill, pelo fato dos campeões de 1992 (Nigel Mansell) e 1993 (Alain Prost), terem se retirado da categoria.

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Infelizmente, a partir de 1996, outra reorganização foi aplicada na categoria, e a numeração dos carros passou a seguir a classificação alcançada pelas equipes, no campeonato de construtores do ano anterior, e assim, em 1996, a numeração seguiu a classificação de 1995, excetuando-se, claro, o piloto campeão, que continuou com a honraria de ostentar o #1, que nesse ano de 1996, transferiu-se da Benetton para a Ferrari, junto com o então, bicampeão, Michael Schumacher.

Tal condição na distribuição dos números dos carros da Fórmula 1 perdurou até 2013, vez que, no ano de 2014, a categoria passou a possibilitar aos pilotos que os mesmos escolhessem seus números, permanecendo o #1 restrito ao campeão, o qual foi utilizado por Sebastian Vettel em 2014, a última vez que o mesmo deu as caras na categoria, pois Lewis Hamilton não abriu mão de utilizar o seu #44, e Nico Rosberg, campeão de 2016, não defendeu seu título, e se aposentou das competições automobilísticas.

Clique na imagem para ampliar.

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Cores meramente ilustrativas
Fotos: Reprodução de internet

sábado, 20 de abril de 2019

Os maiores pilotos nas 1000 corridas da Fórmula 1.

Nessa análise dos melhores pilotos, em dados estatísticos, da Fórmula 1, nas 1000 corridas realizadas, elaboramos três planilhas, a primeira considera as vitórias, a segunda as poles, e a última os pódios conquistados.

Nas três planilhas nós apresentamos a média percentual de vitórias, poles ou pódios conquistados por cada piloto, em relação ao total das corridas que ele disputou, e também em relação as 1000 corridas disputadas na categoria.

VITÓRIAS

Na planilha acima vemos que os oito melhores pilotos venceram exatamente 400 corridas, ou seja, exatos 40% do total já disputado. 

Se formos até o 12º piloto, chegamos à 497 vitórias, ou seja, praticamente a metade das corridas disputadas.

Por fim, chegando até o 17º piloto com mais vitórias, totalizamos 599 triunfos, ou seja, praticamente 60% das corridas disputadas.

POLES

Já na planilha das poles, vemos que os oito melhores pilotos largaram da posição de honra em 398 corridas, ou seja, praticamente 40% do total já disputado. 

Se formos até o 12º piloto, chegamos à 501 poles, ou seja, a metade +1 das corridas disputadas na categoria.

Por fim, chegando até o 17º piloto com mais poles, totalizamos 599, ou seja, praticamente 60% das corridas disputadas.

PÓDIOS

Já na última planilha, a de pódios, percebemos que os 21 pilotos que mais vezes subiram no pódio totalizam 1510 aparições, ou seja, um pouco mais de 50% das possibilidades, nas 1000 corridas já disputadas. 

Registra-se que como o pódio tem 3 lugares o total de corridas é multiplicado por três.

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Foto: Reprodução de internet.