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quarta-feira, 16 de setembro de 2020

Mercedes tem as duas duplas de pilotos que mais vezes largaram da primeira fila na história da F1.

Como tem sido costumeiro nessa temporada da Fórmula 1, Lewis Hamilton e Valtteri Bottas largaram, respectivamente, das duas primeiras posições do grid de largada no GP da Toscana, disputado no último domingo (13/09), no incrível circuito de Mugello, na Itália.

Para se ter uma ideia do domínio da flecha de prata nessa temporada, das nove provas já disputadas até aqui, apenas nas duas primeiras etapas da temporada, ambas disputadas na Áustria, Max Verstappen conseguiu largar da segunda posição do grid, e numa delas, graças a uma punição sofrida por Hamilton.


E o GP da Toscana marcou a 24ª vez que a dupla Lewis Hamilton & Valtteri Bottas largou junta da primeira fila do grid, um feito, empatando com a sensacional dupla, que para muitos foi a melhor da história, Ayrton Senna e Alain Prost.

Tudo bem que a dupla histórica da McLaren alcançou tal número em apenas duas temporadas, 1988 e 1989, num total de, pasmem, apenas 32 provas disputadas, ou seja, somente em oito corridas (03 e 1988 e 05 e 1989), o francês não largou da primeira fila, vez que Ayrton largou desta fila em todas as provas desse biênio.

Já a atual dupla da Mercedes levou quatro temporadas para alcançar o mesmo número, de 2017 à 2020 (ainda em curso), muito, graças a um desempenho do Bottas aquém da possibilidade do carro.


Além de ser o piloto que mais vezes largou da primeira posição na categoria, com incríveis 95 poles, Lewis Hamilton também forma a dupla que mais vezes teve a honra de largar da primeira fila, e isto ocorreu em 44 provas, com Nico Rosberg.

AS DUPLAS EMPATADAS NA SEGUNDA POSIÇÃO:


A DUPLA CAMPEÃ DOS GRIDS - HAMILTON & ROSBERG

Cores meramente ilustrativas!
Fotos: Reprodução de internet.

domingo, 14 de junho de 2020

E SE? 2014/2015 - DUAS TEMPORADAS SEM MERCEDES.

Inspirado no post E SE? 1988 - UM ANO SEM MCLARENS de autoria de  Roberto Taborda e Sergio Milani, resolvemos fazer uma nova simulação, mas agora das duas primeiras temporadas da Fórmula 1, dominadas pela equipe Mercedes AMG, anos 2014 e 2015, com os pilotos Lewis Hamilton e Nico Rosberg, respectivamente campeão e vice em ambos os anos.

Como dito pelos autores da ideia original, "A história é escrita pelos vencedores", e não é a nossa intenção desconstituir tal fato, mas apenas fazermos o exercício: "E se?"

Vemos essas duas temporadas, como as que contaram com o maior domínio exercido pela Mercedes AMG, pois em ambas, os carros da equipe alemã só deixaram de vencer em três etapas, Canadá, Hungria e Bélgica, em 2014, e Malásia, Hungria e Cingapura, em 2015.

Na mesma toada, em ambos os anos, somente em seis ocasiões, um dos pilotos da equipe não ocupou o segundo lugar, tendo ocorrido, ainda, 11 dobradinhas em 2014 e 12 em 2015.

A guisa de comparação, em 2016, a Mercedes somente não venceu duas etapas, contudo, ficou fora da segunda posição em 13 corridas, marcando apenas 08 dobradinhas, isso numa temporada que contou com duas corridas a mais, 21 no total, contra 19 nas anteriores.

Efetivamente, ninguém nega que desde o início da nova era dos motores turbo, com unidade de recuperação de energia, a Mercedes tem amplo domínio sobre as demais equipes da categoria, mas achamos que seria legal verificarmos como teria sido os campeonatos de 2014 e 2015 sem a participação da equipe da estrela.

F1 W05 Hybrid

Temporada de 2014:

Neste ano, na temporada real, tivemos 03 vencedores, pois além da dupla da Mercedes tivemos apenas Daniel Ricciardo, pela RedBull, como vencedor, nas três corridas que não foram vencidas pelas flechas de prata: Canadá, Hungria e Bélgica.

Já na temporada revisada, sem os pilotos das Mercedes, teríamos o fantástico número de 07 vencedores diferentes:  Daniel Ricciardo (06), Bottas (04), Alonso (na China), Vettel (03), Felipe Massa (03), Magnussen (na Austrália), e Sérgio Perez (no Barein). Registre-se, que durante parte da temporada Fernando Alonso teria liderado, e sairia empatado com Ricciardo do GP da Áustria, ambos com 119 pontos, e Bottas somente ultrapassaria o piloto espanhol após o GP da Rússia.

Para alegria de todos, nessa nossa hipótese, o alemão Nico Hulkenberg conseguiria seus três primeiros pódios na categoria, todos terceiros lugares.

No resultado final, teríamos Daniel Ricciardo campeão, com 300 pontos, Valtteri Bottas vice, com 255 pontos e Fernando Alonso em terceiro, com 237 pontos.

Resultado do campeonato de 2014 sem as Mercedes:

Como vemos na planilha acima, somente Esteban Gutiérrez, da Sauber e Kamui Kobayashi, da Caterham, não pontuariam nessa temporada de 2014 sem as Mercedes.

2014 CANADA GP: DANIEL RICCIARDO SCORES MAIDEN WIN - FORMULA 1

No campeonato de construtores a RedBull seria a campeã com 530 pontos, a Williams seria vice com 435 pontos e a Ferrari ficaria na terceira posição, com 334 pontos.

Campeonato de construtores de 2014, sem as Mercedes:

Sem a participação da equipe Mercedes, todas as dez equipes pontuariam em 2014.

Temporada de 2015:

Como ocorrera em no ano anterior, em 2015 também só tivemos 03 vencedores na temporada real, pois além da dupla da Mercedes apenas Sebastian Vettel venceu na temporada, isso no seu primeiro ano de Ferrari, nas três corridas que não tiveram Hamilton ou Rosberg no degrau mais alto do pódio: Malásia, Hungria e Cingapura.

Já na temporada revisada, sem os pilotos das Mercedes, de modo diverso do ocorrido em 2014, teríamos um domínio avassalador de Sebastian Vettel, que venceria, nada menos do que 13 corridas, teria ainda, 02 segundos e 02 terceiros lugares, marcaria um ponto na Bélgica e somente não pontuaria no GP do México.

Kimi Raikkonen venceria as duas corridas corridas dos Emirados Árabes Unidos, a dupla da Williams venceria duas seguidas, no Canadá e na Áustria, respectivamente com Bottas e Massa, e Romain Grosjean venceria o GP da Bélgica.

Além da única vitória do francês, outros três fatos também merecem destaque, o primeiro seria o pódio de Felipe Nasr, no GP da Austrália, além do segundo lugar de Max Verstappen no GP dos EUA, e ainda, que Daniil Kvyat terminaria 10 pontos à frente de Ricciardo no campeonato, enquanto na temporada real a diferença foi de apenas 03 pontos, mas também com vantagem para o Russo.

Diferentemente de 2014, nesse cenário da temporada de 2015, Nico Hulkenberg passaria em branco, sem qualquer pódio, como na vida real.

No resultado final, teríamos Sebastian Vettel campeão, com 392 pontos, Kimi Raikkonen vice, com 219 pontos e Valtteri Bottas em terceiro, com 206 pontos.

Sebastian Vettel 2015 (With images) | Ferrari scuderia, Sebastian

Resultado do campeonato de 2015 sem as Mercedes:

No campeonato de construtores a Ferrari seria a grande campeã com 611 pontos, a Williams seria vice pelo segundo ano consecutivo, com 388 pontos e a RedBull ficaria na terceira posição, com 280 pontos.

Campeonato de Construtores de 2015, sem as Mercedes:

Sem a participação da equipe Mercedes, todas as nove equipes pontuariam em 2015.

Ferrari apresenta o novo carro para a temporada de 2015 da Fórmula ...
Fotos: Reprodução de internet

quarta-feira, 4 de março de 2020

Em apenas uma década, a Mercedes vai além da consolidação na Fórmula 1

"Criada em 2010, a Mercedes-Benz AMG Petronas está em um patamar basicamente incomparável com as demais equipes construtoras na Fórmula 1. Prova disso, a atual hexacampeã em sequência, tem monopolizado o pódio com tanto sucesso dentro das pistas, graças ao rendimento de Lewis Hamilton, Valtteri Bottas, e anteriormente Nico Rosberg.

Desde a chegada de Hamilton, para a temporada 2013, a Mercedes saltou do top 5 melhores escuderias, para colecionar troféus ano após ano. A virada chave da figuração para o protagonismo ocorreu em 2012, com a chegada do austríaco Niki Lauda. 

O saudoso Lauda chegou à Mercedes com o cargo de Presidente Não-Executivo, e segundo o próprio Lewis Hamilton, Niki foi fundamental para a troca de equipe do até então campeão mundial de 2008, deixando para trás a McLaren. 

Ao lado do alemão Nico Rosberg, que já estava na casa desde 2010, Hamilton em sua primeira temporada na Mercedes terminou em 4º (Rosberg em 6º). A construtora já saltaria da quinta colocada de 2012 para a segunda melhor, no ano seguinte.

E desde 2014 a Mercedes simplesmente devastou as construtoras adversárias na Fórmula 1. Com Hamilton cinco vezes (2014, 15, 17, 18 e 19) e Rosberg (2016), a empresa seria hexacampeã de forma consecutiva na modalidade. 

Diante dos vários recordes quebrados, como por exemplo, as 16 de 19 corridas vencidas em 2014, a Mercedes-Benz motivou uma alteração no regulamento da F1 que entrará em vigor a partir de 2021.

Segundo o site Globo Esporte, a Liberty Media aprovou em 2019 uma série de mudanças para impulsionar a competitividade nos Grand Prix. Dentre algumas novidades, o teto orçamentário de US$175 milhões foi aprovado, além da padronização nos desenhos dos novos carros.

Apesar de cada equipe ainda ser responsável pela engenharia de seus respectivos carros, uma série de normas deverão ser seguidas para a realização da temporada. Os pneus que deixarão o aro 13 para o 18 e uma atenção no combate à poluição também serão fatores de destaque na nova era da Fórmula 1."

Autor: Gabriel de Oliveira

Fonte: https://www.facebook.com/BlogGabrielOlv/posts/120190046227786

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As três duplas da nova era da Mercedes AMG F1
Fotos: Reprodução de internet

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

O campeão de uma só vitória!

Muitos de nós não éramos sequer nascidos em 1982, ano em que um piloto conseguiu a proeza de se sagrar campeão mundial de Fórmula 1 com apenas uma vitória na temporada. Tal feito histórico foi alcançado por Rosberg, não o alemão Nico, mais conhecidos dos novinhos, mas sim seu pai, Keijo Erik, ou simplesmente Keke, o primeiro finlandês campeão da maior categoria do automobilismo mundial.

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Curiosamente, apesar de ter corrido sob a bandeira da Finlândia, Keke Rosberg é natural de Solna, Condado de Estocolmo, na Suécia, algo similar ao que ocorre nos dias atuais com Romain Grosjean, que corre defendendo as cores francesas, mas é suíço de nascimento.

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Após ter disputado as temporadas de 1980/81 pela equipe brasileira Fittipaldi, pela qual obteve um pódio, em 1982 Rosberg se transferiu para equipe Williams, campeã de pilotos e construtores em 1980 e vice-campeã de pilotos e campeã de construtores em 1981, portanto, eram grandes as suas chances de sucesso.

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Naquela temporada a regra de pontos da categoria distribuía 9 pontos para o vencedor, 6 pontos para o segundo colocado, já o 3º lugar recebia 4 pontos, o 4º lugar 3 pontos, o 5º lugar 2 pontos, e o 6° colocado ganhava 1 ponto.

Keke conseguiu a quinta posição na prova de abertura, África do Sul, somando então 02 pontos, foi desqualificado no GP Brasil, e não participou do GP de Ímola, a famosa prova do boicote das equipes, que merece um artigo só para ela, foi segundo em Long Beach e na Bélgica, chegando então à 14 pontos.

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Em Detroit alcançou o quarto lugar, chegou em terceiro na Holanda e na Alemanha, em quinto na França, e mais um segundo lugar na Áustria, somando até aqui 33 pontos.

E a sonhada primeira vitória da carreira veio em 29 de agosto daquele ano, na 14ª etapa, GP da Suíça, disputado no histórico circuito de Dijon-Prenois, subindo ao pódio com Alain Prost em segundo e Niki Lauda em terceiro, e com isso, mais nove pontos para o finlandês.

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Com o acidente sofrido por Pironi nos treinos para GP da Alemanha, seu adversário mais direto na luta pelo título, Rosberg teve a vida muito facilitada, e nem mesmo o oitavo lugar no GP da Itália foi capaz de lhe prejudicar, pois os dois pontos do quinto lugar no GP de Las Vegas, última etapa do campeonato, foram suficientes para lhe garantir o campeonato.

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Ao final da temporada Keke Rosberg somou 44 pontos e levantou a taça de campeão, deixando no segundo lugar o francês da Ferrari, Didier Pironi, e em terceiro o britânico John Watson, da McLaren, ambos com 39 pontos, já a quarta posição coube ao professor Alain Prost, da Renault, com 34 pontos somados, e o então bicampeão Niki Lauda ficou em quinto com sua McLaren, alcançando 30 pontos no seu retorno à categoria.

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Rosberg ainda conseguiu mais quatro vitórias na categoria, uma em 1983, outra em 84, e duas em 1985, todas pela Williams, mudou-se para McLaren em 1986, substituindo Lauda, tendo um segundo lugar, único pódio nesta equipe, como melhor resultado, e assim, nunca mais conseguiu entrar de fato na briga pelo título.

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Devemos registrar que ser campeão com uma só vitoria na temporada não é um feito exclusivo de Keke Rosberg, pois Mike Hawthorn, com sua Ferrari, foi campeão da temporada de 1958 da mesma forma.  

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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

O carro do piloto campeão com o número 1 faz falta à Fórmula 1?

Acompanho a Fórmula 1 desde a temporada de 1987, vi as corridas do ano de 1986, mas realmente pouco, ou quase nada, me recordo destas. 

Já em 87 via aquele carro vermelho e branco pilotado por Prost e sabia: Ali está o campeão!

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No decorrer da temporada foi se desenrolando a bela disputa entre Nelson Piquet e Nigel Mansell, da qual o brasileiro se saiu melhor, sagrando-se tricampeão, e tínhamos uma certeza: Em 1988 Piquet ostentará o #1 mais uma vez, e assim o foi, deixou a Williams mas levou consigo para Lotus, além do motor Honda, o número de honra.

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O carioca não teve muita sorte com o carro amarelo da Lotus, e logo ficou claro que não lutaria pelo quarto campeonato, e por certo não continuaria com o tão desejado número, mas outro brasileiro lutava pelo título, Ayrton Senna, que travava uma ferrenha batalha com Alain Prost. Ambos corriam com o carro dominante, a máquina que sobrava na turma, portanto, um dos dois seria o campeão, e com a ajuda do regulamento, o brasileiro venceu, e pela primeira vez ganhou o direito de ostentar o número 1, o que ocorreu na temporada de 1989, se repetindo em 91 e 92.

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Como Piquet em 88, após a verdadeira guerra vivida nos box da McLaren e nas pistas, no biênio 88/89, Alain Prost levou consigo o número 1 para Ferrari, para temporada de 1990, equipe que aliais, não utilizava tal número desde o péssimo carro com qual disputou a sofrível temporada de 1980.

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Com os títulos de Mansell em 1992 e Prost em 93, tivemos que nos acostumar com a ausência do número 1, e vimos algo novo, o surgimento do #0, que foi utilizado por Damon Hill nas temporadas de 1993 e 94, pois os campeões não defenderam seus títulos, vez que a Williams trocou o inglês pelo francês em 93 e este por Senna em 1994.

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Não só do #0 vivou Damon Hill, o inglês ganhou o título de 1996, tornando-se o primeiro filho de campeão a ser campeão, e consequentemente obteve a honra de usar o #1, contudo, mas uma vez a Williams aprontou das suas, e despediu o campeão, o que deu a possibilidade da pequena equipe Arrows, pela única vez na sua história, usar o número de honra.

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Michael Schumacher, o maior campeão da categoria, por óbvio, foi o que mais vezes teve a honra de usar o #1, em 1995 pela Benneton, em razão do título de 94, e outras 6 vezes pela Ferrari, em 1996, e de 2001 à 2005, em razão do domínio absoluto da equipe italiana nas temporadas de 2004/2004.

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Jenson Button correu com o #1 na temporada de 2010 pela McLaren, última vez que a tradicional equipe inglesa utilizou tal número, já o último piloto a ostenta-lo foi o tetracampeão Sebastian Vettel, nas temporadas de 2011 à 2014, e sempre na Red Bull, equipe que nunca fez muita questão de dar destaque ao número no seus carros.

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Lewis Hamilton, também quatro vezes campeão, só utilizou o número 1 em 2009, ainda pela McLaren, pois ainda era obrigatório, já pela Mercedes, equipe na qual conquistou três dos seus títulos, todos em período em que vigora a possibilidade da escolha do número pelos pilotos, o inglês preferiu continuar usando o #44 nas temporadas de 2015, 16 e 18.

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Infelizmente não saberemos se Nico Rosberg, campeão de 2016, resgataria a tradição do #1, pois o alemão cedeu seu lugar no carro campeão para Valtteri Bottas, nos deixando com essa dúvida. Eu acho que sim, tomara que algum jornalista, ou algum fã, faça essa pergunta a ele!

E você, fã da Fórmula 1, sente falta do número 1?