Mostrando postagens com marcador Vettel. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Vettel. Mostrar todas as postagens

sábado, 19 de setembro de 2020

Ferrari tem quase 24% de vitórias em suas 1000 corridas na Fórmula 1.

E finalizando as publicações sobre as 1000 provas disputadas pela Ferrari na Fórmula 1, iniciadas  aqui nesse link, nesse último post vamos registrar as vitórias da equipe rossa na categoria.

Como veremos na planilha abaixo, podemos destacar o incrível número de 72 triunfos alcançado por Michael Schumacher pela equipe, o que por si, mesmo sem somadas as outras vitórias do alemão, já seria o recorde de toda categoria, na época em que foi alcançado, 2006, e que  teria perdurado por muitos anos, vez que, até hoje, somente Hamilton tem um número de vitórias maior. 


Assim como ocorre com as poles, Nick Lauda também é o segundo que mais vezes chegou na posição de honra pela Ferrari, e isso ocorreu em 15 corridas, e Sebastian Vettel vem em terceiro, com apenas uma vitória a menos que o austríaco.

Infelizmente para os tifosi, o momento da equipe de Maranello não é dos melhores, pois não vence desde o GP Cingapura do ano passado, aliais, ocasião em que marcou a sua última dobradinha, e na atual temporada somente conquistou dois pódios, ambos com  Charles Leclerc.

Diferente do que muitos podem pensar, a atual fase vivida pela Ferrari não é algo inédito em sua história, pois foram muitos os anos em que a equipe não conseguiu vencer, por exemplo 2014 e 2016, além do hiato vivido nas temporadas de 1991/92/93, tendo ocorrido, inclusive, anos até sem pódios, como em 1973 e 1980, este último, ano em que defendia tanto o título de construtores como o de pilotos.

Vejam todas a vitórias da Ferrari na Fórmula 1:





Vejam todas as dobradinhas da Ferrari na Fórmula 1:

Cores meramente ilustrativas!
Fotos: Reprodução de internet.

domingo, 22 de setembro de 2019

Três vitórias seguidas da Ferrari.

A vitória de Sebastian Vettel no GP de Cingapura foi a terceira seguida da Ferrari, vez que Charles Leclerc havia vencido nos GP´s da Bélgica e da Itália.

Tal feito não ocorria desde 2008, quando Felipe Massa e Kimi Raikkonen se alternaram em quatro vitórias seguidas, entre os GP´s da Malásia e Turquia.

Coincidentemente, esta corrida marcou também a terceira pole consecutiva da equipe italiana, mas todas com o piloto monegasco, repetindo o feito de Vettel na temporada passada, e antes disso, é algo que também não acontecia desde 2008, mas nesta ocasião com duas poles de Massa e uma de Kimi.

Essa foi a primeira dobradinha da nova dupla de Maranello, sendo a 84ª da história.


Resultado de imagem para gp de cingapura 2019
Resultado de imagem para gp de cingapura 2019 podio

Vejam o histórico:



domingo, 28 de outubro de 2018

Show de um, festa de outro


Hoje foi um dia em que a história foi escrita. Mesmo assim, talvez poucos lembrem da vitória convincente de Max Verstappen, da corrida honesta de Sebastian Vettel, do azar intermitente de Daniel Riccardo e da escalada de Leclerc, Vandoorne e Gasly aos pontos. Tudo ficou de lado por conta da conquista do quinto título de Lewis Hamilton.

Tudo bem que o inglês entrou com uma missão tranquila: um sétimo lugar já bastava. Mas ao dar um belo salto na largada, deixando Daniel Riccardo para trás e assumindo a segunda posição, mostrou que não iria “tirar o pé da dividida” (usando uma metáfora futebolística).

Pelas características peculiares do circuito, as Red Bull mostraram capacidade de andar na frente (o ar rarefeito impacta no funcionamento do motor: Menos ar entrando na admissão, torna a mistura ar/combustível mais pobre, reduzindo a potência. Além disso, os carros devem andar com asas maiores para gerar mais pressão aerodinâmica. Neste quesito, os Touros Vermelhos se sobressaem). Além disso, o RB14 teve mais uma vez um ótimo acerto de suspensão, permitindo que os carros gastassem menos pneu.

Isso fez toda a diferença para Verstappen e Riccardo. O australiano fez mais de 40 voltas com o mesmo jogo de pneus e estava controlando Vettel na briga pela segunda posição, mesmo o alemão com sapatos mais novos.

Gestão que faltou à Mercedes. Hamilton e Bottas tiveram problemas sérios de consumo de pneus, os obrigando a usar pneus usados na última parte da prova e se preocupar em chegar. Como já dito anteriormente, quando as rodas traseiras foram alteradas, as “Flechas de Prata” apresentaram uma grande dificuldade de achar num compromisso entre velocidade e equilíbrio. Coincidência?

Após o abandono de Riccardo (sétimo seguido!) que ocupava o segundo lugar, a corrida se acomodou. E restou à Hamilton levar o carro até o final para conquistar o que muitos esperavam: o título mundial. A comemoração junto ao público fez um quadro bonito e mais relevante ainda foi a postura de Vettel, que cumprimentou o inglês pela conquista ainda na pista. 


Aliás, tivemos outros gestos extremamente magnânimos: Hamilton foi cumprimentar a sua equipe no box e Vettel foi também cumprimentar a Mercedes. Além disso, reconheceu que não fez o bastante e que o inglês mereceu o título. Posturas não só de campeões, mas de desportistas na verdadeira acepção da palavra. Faz falta este tipo de coisa nos tempos em que vivemos... Antes de tudo, a vida se faz de simbologias.

No dia em que muita coisa deu errada, Hamilton conquistou mais uma grande marca. E caminha mais ainda para que chegue no topo da categoria de todos os tempos. Agora, cabe à Mercedes e Hamilton continuarem seu alto nível. Ambos tem a oportunidade de conseguirem cada vez mais marcar seus nomes na historia. E temos chamce de ver esta construção.

**
Uma das coisas que também chamou a atenção foi o uso exagerado do Safety Car Virtual nesta corrida. Em dois casos, quando os carros de Alonso e Riccardo pararam, podemos chamar que houve um excesso de zelo dos comissários. Por este motivo que as equipes questionam a continuidade desta ferramenta para o próximo ano.

**
Verstappen venceu com autoridade. Uma prova em que começou a conquistar na largada e com a proteção ao ataque de Hamilton na primeira volta. E depois soube aproveitar da qualidade da Red Bull para se garantir na liderança. Hoje, fez tudo correto. Fez tudo parecer fácil, mesmo com o desespero da fala no rádio após saber que o motor de Riccardo havia quebrado.

Podem me chamar de herege. Mas fazendo um paralelo, Verstappen hoje está na posição de Senna na época de Lotus: muita gente reconhece o talento, tem tudo para ser protagonista, mas precisa dar o próximo passo. Será que a vinda da Honda poderá ajudar a dar este passo?

**
O GP do México é muito legal, a atmosfera é maravilhosa. Mas precisava mostrar tanto a arquibancada ?

**
Que venha Interlagos! Temos a oportunidade de ver uma boa prova, já que muita coisa estará decidida e a pressão será bem menor....

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Um título por inércia


Alguns dias atrás, às vésperas do GP dos Estados Unidos, este espaço já tratava a inevitabilidade do quinto título de Lewis Hamilton. Ainda não foi decidido, mas o inglês deixou praticamente 8 dedos na taça após Austin. Um simples sétimo lugar resolve a parada a seu favor.

A decisão no México acaba até por ser boa, pois o público é bem participativo e lota o Hermanos Rodriguez. A parte final do traçado no meio do público é uma das coisas mais bonitas de se ver. Além do mais, uma coisa que mexicano gosta e sabe fazer é uma bela fiesta. Hamilton já ganhou lá ano passado e tem ideia do que podem fazer.

À Ferrari e Vettel cabe o papel de lutar dignamente até o fim. Resta saber se o bom desempenho de Austin foi o famoso “último suspiro” ou é algo que permite sonhar com vitórias, embora a melhora venha no momento errado.  Mais uma vez, só resta ao alemão tentar vencer de qualquer forma e torcer para que Hamilton seja acometido por toda má sorte que não teve até agora.

O jogo também vira um pouco para os italianos por conta da “ilegalidade limitada” do sistema de resfriamento das rodas traseiras da Mercedes, que “preventivamente” mexeu no sistema para os EUA, fechando os furos. Coincidentemente, após esta alteração e o aumento da pressão dos pneus, os carros apresentaram problemas na gestão da borracha. Adicionalmente, diz a alemã Auto Motor und Sport que a equipe errou na distribuição de peso dos carros, o que agravou a questão.

Para o México, o sistema foi visto pela FIA e dado o OK pela entidade. Mas a dúvida é se a Mercedes o utilizará a pleno, sob pena de um questionamento formal pela Ferrari, que ameaçou fazê-lo no último GP. Mas neste momento, as “flechas de prata” podem se dar ao luxo de abrir mão do sistema completo por conta da vantagem alcançada até aqui. A impressão que dá que o assunto está sendo cada vez mais tratado pelo aspecto político do que técnico.

Neste Grande Prêmio, se espera uma boa aparição da Red Bull, que venceu o último Grande Prêmio disputado no país (Verstappen) e teve um ótimo desempenho em Austin. Mas a pergunta que muitos fazem é: em que volta o Riccardo irá quebrar?

De resto, é ficar de olho na disputa pelo restante do grid. A Renault vem com ligeiras modificações para tentar ficar à frente da Haas. A Force India também vem por fora, mesmo com pontuação limitada e a Toro Rosso testará mais um pouco os motores Honda para a sua “nave-mãe”. A busca pelo Q3 deverá ser intensa, ainda não esquecendo de Leclerc...

Em um grande resumão: Tudo ficará em segundo plano até a confirmação do título de Lewis Hamilton, que está indo por pura inércia. A gravidade está fazendo seu papel. Alguns chamam até de “profecia autorrealizável”. Mas a situação é extremamente a favor do inglês.

OBS: A imagem que ilustra este texto é do GP do México de 1970 (Credito : Bernard Cahier)Outros tempos e traçados...

segunda-feira, 22 de outubro de 2018

O campeonato não acabou em Austin. Que bom!

Talvez tenha sido esta a exclamação feita por vários fãs de automobilismo ao redor do mundo ao ver o resultado do GP dos Estados Unidos. Bem, menos os de Lewis Hamilton talvez...
Mas valeu tudo a pena após uma corrida bem movimentada e que marcou o fim do jejum de 113 corridas de Kimi Raikkonen sem vitórias. O finlandês fez o fim de semana que muitos esperavam há muito e fez por onde merecer. Desta vez, a Ferrari ajustou bem as suas apostas e deu o “dibre” na Mercedes. Raikkonen se colocou de maneira a atrapalhar Hamilton e, obviamente, fazer sua corrida.
Aliás, a Ferrari mostrou voltar à forma de antes das férias. Para Austin, a equipe trouxe novidades, mas não as utilizou por não conseguir resultados “conclusivos” nos treinos. Juntando isso com as outras descartadas na Rússia e Japão, o carro melhorou.
Coincidentemente, a Mercedes não desenvolveu todo seu potencial. Alguns sites e a versão italiana da Motorsport dão conta que a FIA, mesmo declarando o sistema de rodas e freios traseiros legal, pediu que alguns dos orifícios das rodas fossem fechados, o que teria influenciado no desempenho de Hamilton e Bottas. Se isso aconteceu ou não, ainda é complicado afirmar. Mas o fato é que as Mercedes tiveram sérios problemas com a gestão de pneus no fim de semana.
Por este motivo mesmo que a estratégia de Hamilton em fazer uma parada durante a entrada do Safety Car Virtual por conta do abandono de Riccardo (mais um!) acabou por mascarar o bom desempenho da Ferrari. Acredito que, em condições normais, a diferença seria maior. As Mercedes não tiveram bom andamento com os pneus mais macios. E embora o inglês acreditasse que caberia usar os supermacios na parte final, talvez o resultado não tivesse sido o mesmo.
Falando em pneus, méritos para Max Verstappen, merecidamente escolhido o piloto da corrida. Largando na 18ª posição após ter quebrado a suspensão no Q1 e ter tido punição de três posições por mexer no câmbio, o holandês fez uma prova assombrosa. Conseguiu galgar posições e foi chamado para o box em um momento certo, bancando correr 34 voltas com os pneus ultramacios.
E com estes pneus usados, conseguiu se aproximar de Raikkonen e segurar Hamilton, que veio voando com um jogo novo. A tentativa do inglês de ultrapassagem foi algo bonito de se ver, bem como a defesa do holandês. Naquele momento, caso passasse, Hamilton seria campeão. Mas Bottas também foi acometido pelo consumo não tão bom das Mercedes e foi superado por Vettel.
E o alemão? O que falar dele? Já não bastasse o erro de sexta e não reduzir a velocidade durante a bandeira vermelha, fazendo perder 3 posições (pode ter sido duro, mas como já houve um precedente, se aplicou a mesma penalização), fez uma abordagem extremamente “otimista” ao tentar ultrapassar Riccardo na primeira volta. Aí botou quase tudo a perder e veio escalando, ultrapassando Bottas no fim da prova, conseguindo cancelar a decisão para o México.
Se não fosse o erro, era enorme a chance de Vettel ir no mínimo para o pódio e “empurrar” o título de Hamilton para a frente. Agora, só resta ao alemão vencer no Hermanos Rodrigues e torcer para o inglês não chegar. Para Hamilton, basta um sétimo lugar para garantir o título.
Um fim de semana em que o fã de automobilismo curtiu: uma ótima corrida em uma pista de verdade. Um vencedor que muita gente gostaria, tornando-se o maior vencedor entre os pilotos finlandeses. Vamos subir a serra e esperar mais uma boa prova na Cidade do México, onde tudo indica que teremos mais uma decisão do campeonato.

*****

Em tempo: as puniçoes a Vettel, Magnussen e Ocon mostram como as regras são restritivas. Algumas ate podem ser tolas, mas se estão lá...Algo bem semelhante ao nosso futebol, onde os dirigentes reclamam ano após ano das condições e vao as confirmando continuamente.

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Rumo à Austin


Após alguns dias de ausência, este espaço volta a dar suas “pitacadas”...

Como é corrente do meio da velocidade, principalmente entre os fãs, já não é mais uma questão de “se”, mas “quando” Lewis Hamilton obterá seu quinto título na Fórmula 1. O inglês chega aos Estados Unidos com 67 pontos de vantagem sobre Sebastian Vettel e pode levar o caneco tranquilamente, com uma combinação de resultados nada difícil de acontecer.

Vettel tem mostrado que morrerá de pé, mesmo com a confusão que a Ferrari se encontra e com a aparente queda de confiança demonstrada. A equipe deverá trazer novidades para Austin, até mesmo no afã de demonstrar que o tal “segundo sensor” da FIA nas baterias não afetou realmente o desempenho.

Usando uma frase muito ouvida nos últimos tempos por conta das eleições, Hamilton está em viés de alta. A Mercedes conseguiu crescer no momento certo, contando com a estagnação da Ferrari, que agora não conta somente com sua capacidade, mas com o imponderável. O desenvolvimento implantado a partir da Bélgica fez com que os carros prateados recuperassem a dianteira. Muitos méritos também para o novo esquema de rodas traseiras, que ajudou na gestão dos pneus. O sistema foi questionado pelos italianos junto à FIA, que deu seu aval.

Uma virada pode acontecer? Pode. Não podemos nos esquecer exatamente que numa mudança desta que Nelson Piquet conquistou seu segundo título, cuja conquista completou 35 anos na última segunda, dia 15. Mas não parece que Vettel e a Ferrari terão força para fazer a virada que o brasileiro e a Brabham fizeram antes. A história se repete como farsa, mas parece muito improvável que ocorra, embora não impossível.

Com o campeonato praticamente decidido, as discussões se focam nas seguintes discussões:
1)Preparativos para 2019: Boa parte das equipes já definiu suas duplas. A Racing Point India confirmou hoje o que já se sabia: Sergio Perez será um de seus pilotos. O anúncio de Lance Stroll deverá vir em breve. Resta saber agora sobre Williams e Toro Rosso.

A equipe de Grove anunciou na semana passada o inglês George Russell, o que mostra a força da Mercedes. Afinal, a conta de fornecimento das Unidades de Potência é de US$ 20 milhões/ano e qualquer vantagem é bem-vinda. Para o segundo posto, há a aparente briga entre Esteban Ocon, Robert Kubica e os rublos de Sergey Sirotkin e Artem Markelov. A Mercedes tem interesse em bancar o francês, embora seja corrente no paddock a intenção de deixá-lo como reserva e promovê-lo a titular em 2020. Estaria também envolvido no meio algum suporte técnico, mas não no formato aventado meses atrás com a Williams comprando o trem traseiro dos alemães.

Já do lado russo, Sirotkin manteria o apoio do banco SMP e vem falando abertamente sobre o projeto do FW42, dando pinta que pode prosseguir. Markelov, protegido da Renault, também viria com um caminhão de dinheiro, mas a prisão de seu pai um pouco antes do GP da Rússia respondendo por acusações de corrupção, o fez perder espaço.

Kubica é uma carta que parecia fora do baralho, mas voltou à mesa com força nos últimos tempos. Foi fartamente divulgado o seu encontro com o CEO da Orlen, petrolífera polonesa, que seria uma das principais apoiadoras do retorno do piloto e poderia ser fornecedora da Williams. Além deste, também houve uma reunião com o primeiro ministro polonês, Mateusz Morawiecki, que anos atrás declarou estar “feliz” por Kubica ter quebrado o braço e o banco que era presidente não ter a necessidade de cumprir o contrato de patrocínio acordado...

Semanas atrás, Claire Williams declarou que “muita gente iria se surpreender com a dupla da Williams para 2019”. Uma parte confirmou a expectativa...

A Toro Rosso (Red Bull que fala italiano) anunciou o retorno de Daniil Kyviat para um de seus carros. A outra vaga, hoje ocupada por Brandon Hartley, é a maior incógnita da paróquia. Todo mundo está cogitado para o posto, inclusive o atual ocupante. Já se falou em Lando Norris (antes da confirmação pela McLaren), Pascal Wehrlein e até Mick Schumacher. O nome de Alexander Albon (foto) surge agora como favorito.



O tailandês, que vem sendo um dos melhores nomes da F2 este ano, já foi piloto da Red Bull e passou a ser considerado após ter fechado acordo com a Nissan eDAMS para a Formula E. Oficialmente, Helmut Marko foi correr atrás do piloto. Coincidentemente ou não, Albon não participou até o momento dos testes de pré-temporada esta semana em Valência...

2) Hamilton o maior de todos ? : Retomando o início do texto e uma discussão que apareceu tempos atrás: Seria Lewis Hamilton o maior piloto de Fórmula 1 de todos os tempos ?

Me parece um tanto quanto forçado afirmar, embora respeite quem pense desta forma. É inegável o alto nível de pilotagem do inglês este ano e talvez esteja seja a sua melhor temporada até então, a despeito do início claudicante do ano e a “armação” da Rússia. Seu estilo é inconfundível e seus números dão razão a seus defensores.

Confirmando o título, Hamilton se iguala a Juan Manuel Fangio e fica na mira de Michael Schumacher, que conquistou o campeonato de pilotos por 7 vezes. Em poles, Hamilton tem o recorde absoluto e faltariam 20 vitórias para que iguale as 91 vitórias do alemão. Como o contrato com a Mercedes foi renovado por mais 2 temporadas, é grande a chance de conseguir isso.

(Em tempo: até agora, Hamilton tem o quarto melhor aproveitamento dentre os campeões mundiais de vitórias em relação a corridas disputadas: O inglês tem um aproveitamento de 31,5%. À sua frente, ficam Fangio com 47%, Ascari com 40,6% e Clark, 34,7%).

Muitas listas de “Quem é o melhor?” apareceram ao longo dos anos e dificilmente se chega a um consenso. Mesmo assim, há consenso entre os nomes que aparecem. Com certeza, hoje Hamilton estará lá entre eles.

Curiosamente, ele não se vê indo atrás dos números de Schumacher. Talvez seja um discurso para inglês ver (desculpem o trocadilho horroroso), mas embora tenha mostrado atenção para outros interesses, Hamilton é extremamente competitivo e deve sim lutar para conseguir bater os recordes de Schumacher e marcar seu nome de forma categórica e inquestionável na Fórmula 1.

Estamos vendo a história ser escrita. Aproveitemos a vista e o momento.

sábado, 29 de setembro de 2018

Razão x Emoção: o dilema de Toto


No passeio da Mercedes em Sochi, um fato que não acontecia já a algum tempo ocorreu: Valtteri Bottas obteve a pole position, ficando por pouco mais de um décimo à frente de Lewis Hamilton. Tudo bem que o inglês errou em sua última tentativa, mas o finlandês confirma que se sente à vontade nesta pista.



Outro aspecto importante foi a diferença entre as Mercedes e as Ferrari. Muita gente pensou que os italianos estariam “escondendo” o jogo e mostrariam a real situação no treino definitivo, ainda mais por conta da série de novidades que trouxeram para esta prova. Mas em nenhum momento, Vettel e Raikkonen se mostraram em condições de discutir a primeira fila.



A esperança agora dos italianos é a largada. Só que, segundo os jornalistas que estão acompanhando, a Mercedes está conseguindo ter melhores condições de tempo nas sequências de voltas, com um tratamento de pneus melhor do que as Ferrari. Realmente, está difícil estar no lugar de Vettel e Raikkonen...



Com esta situação, uma dúvida deve emergir para Toto Wolff: como gerenciar a evolução da prova?



Com seus dois pilotos na primeira fila e caso não haja qualquer tipo de acidente, a Mercedes terá a possibilidade de escolher como fará a corrida. Wolff tem duas opções na mesa: a primeira, é ser pragmático e fazer que Bottas faça uma corrida totalmente em prol de Hamilton. Caso haja a troca de posições e o finlandês consiga manter Vettel atrás de si, o inglês aumentaria sua distância para o alemão em mais 10 pontos e iria para o Japão com 50 pontos de diferença. Faltando 5 etapas para o fim, pavimentaria o caminho para o seu quinto título.



Mas ainda há a opção da justiça: Bottas está à vontade na Russia e tem feito até aqui uma temporada decente, inclusive jogando em prol de Hamilton. Aliás, as únicas “dobradinhas" da temporada até aqui vieram da Mercedes (Espanha e Alemanha). Mas a equipe pode optar por deixar que os dois façam suas respectivas corridas e permitir que  finlandês obtenha sua primeira vitória na temporada. Esta situação permitiria que Hamilton aumentasse a sua diferença, mas para 43 pontos.



Para a Mercedes, seria indiferente qualquer uma das duas opções, pois a liderança no certame de construtores seria tranquilamente mantida e ampliada. O bolso da Daimler agradece penhoradamente caso isso se concretize, pois é desta premiação é que sai boa parte do dinheiro do orçamento....



Enfim: Wolff pode apelar para o par-ou-ímpar, cara ou coroa, uni-duni-tê ou qualquer outro método tecnológico e randômico. A bola está no seu campo e o clima é totalmente favorável. Só resta à Vettel e a Ferrari não baixarem os braços.


O ganho de pontos varia pouco, considerando que Vettel e Raikkonen cheguem em terceiro e quatro. Claro que corridas são imprevisíveis e vimos isso várias vezes este ano. Mas qual é a graça de não querer adivinhar o que vai acontecer?

Na posição de Toto, pensaria sim no campeonato de Hamilton. podem ser somente 3 pontos de diferença entre uma opção e outra. Mas faltando pouco para terminar a temporada, é hora de ser pragmático e garantir a vitória. Não irão faltar àqueles que defenderão o resultado de pista, o que não deixa de ser certo. Mas na conjuntura atual, é hora de fazer como no ciclismo e priorizar o capitão da equipe.


Vamos ver o que o domingo nos espera. Em princípio, valerá a pena ver a largada e as paradas nos boxes. Embora seja um belo cenário, o traçado não permite tantos “arroubos” de ultrapassagens, fazendo a famosa “procissão”. Talvez a escalada da Red Bull nos dê alguns momentos interessantes e o garoto Leclerc largando de uma ótima sétima posição, brigando com as Force India (6º e 8º com Ocon e Perez)e a Haas (5º e 9º com Magnussen e Grosjean).

quinta-feira, 27 de setembro de 2018

Hamilton x Vettel : Números 2018

Às vésperas do GP da Russia, muita gente se pergunta não “se”, mas “quando” Lewis Hamilton garantirá o título desta temporada da Fórmula 1. Contando com a corrida deste fim de semana, ainda se tem 150 pontos em disputa para uma diferença de 40 pontos do inglês para Sebastian Vettel.

A tarefa do alemão é dificil, mas não impossível. A seu favor, muita gente lembra da campanha de 2012, quando Vettel tirou uma diferença de 36 pontos para Alonso em 7 provas. A Ferrari vem com tudo para tentar recuperar o terreno perdido. Um exemplo disso é a escolha de pneus feita para Russia e Japão, onde optaram por usar mais 2 jogos de pneus mais macios em relação à Mercedes.

Mas para dar uma alimentada nos dados para este fim de semana, trago umas estatísticas compiladas pelo amigo Henrique Zambianchi, que agradeço desde já pela confiança em dividi-las com vocês.

Distribuição dos pontos Hamilton x Vettel após 15 corridas

Hamilton e Vettel chegam a Russia com 281 e 241 pontos, respectivamente. Dos 375 pontos de vitória até agora (25 x 15), Hamilton obteve 175 (46,67% do total) e Vettel, 125 (33,33% do total).

Aprofundando um pouco mais a distribuição de pontos dos dois, temos:





Um outro levantamento é a diferença entre Vettel e Hamilton ao longo das 15 etapas até aqui:



Para completar...
Poles
Hamilton – 7
Vettel – 5
Bottas – 1
Ricciardo – 1
Raikkonen – 1

Vitórias
Hamilton – 7
Vettel – 5
Ricciardo – 2
Verstappen – 1

Pódios
Hamilton – 12
Raikkonen – 9
Vettel – 9
Bottas – 6
Verstappen – 6
Riccardo – 2
Perez – 1

Voltas na Liderança
Vettel – 341
Hamilton – 299
Ricciardo – 95
Bottas – 64
Verstappen – 57
Raikkonen – 49

domingo, 16 de setembro de 2018

1990, 28 anos depois

Sim, caríssimos...estamos vendo a história ser escrita.



Sei que escrevi algo semelhante duas semanas atrás em Monza. Mas é muito difícil não fazer a análise das semelhanças entre 1990 e 2018. Tal como fez Senna antes em Prost, Hamilton vem conseguindo não só ganhar na pista, mas infligir sucessivas derrotas psicológicas a Vettel.

Vocês devem se perguntar o por quê desta comparação. Mas em determinado momento daquela temporada, Senna e a McLaren se perderam e viram Prost e a Ferrari conseguir ficar momentaneamente em melhor posição, tendo uma real chance de conquistar o campeonato. E com o esforço de todos os envolvidos, o brasileiro conseguiu em dois momentos chave garantir a sua posição para o campeonato: Bélgica e Itália.

A corrida em Singapura não foi lá estas coisas, é verdade. Mas foi uma demonstração do que vem sendo a temporada até então. E a “pancada” começou justamente na classificação, quando Hamilton fez uma volta monstruosa. Foi um daqueles momentos que o fã da Fórmula 1 tem que dar um jeito de ver e rever, onde o piloto mostrou a total simbiose com a máquina.

Claro que ter uma Mercedes ajuda e muito. Hamilton não conseguiria fazer isso com uma Williams, por exemplo. Mas era uma pista em que não era favorável ao seu carro e momentos antes, ele quase não passou para o Q2! Só que foi uma pintura a volta. E mesmo quem não gosta do inglês, tem que reconhecer o seu feito. Menção honrosa para Max Verstappen, que também “achou” uma volta sensacional.

E não basta Hamilton estar “encantado”. A Ferrari também faz a sua parte e, no afã de inovar, acabou estragando a corrida de Vettel, o trazendo para o box bem antes de Hamilton e Verstappen. Resultado: se viu encaixotado atrás dos dois com o pneu ultramacio, preso no transito e ainda não sendo mais rápido do que os dois.

Em tempo: me espanta certos “formadores de opinião” serem cegos pela paixão e só coloquem a culpa em Vettel. Claro que ele tem culpa no cartório, mas a Ferrari tem sistematicamente errado nas estratégias. Hoje, a equipe italiana volta a ser aquele transatlântico sem comando da década de 80/início de 90. É preciso ter um mínimo de bom senso e reconhecer que Vettel e a equipe precisam fazer uma bela DR e acertar os ponteiros.

Claro que Vettel ainda tem chance. Mas depois de hoje, sua janela de oportunidade vai se estreitando cada vez mais. Se antes já era “erro zero”, como havia escrito anteriormente, agora vai ter que contar com algo que tem lhe faltado: sorte. O que impressiona é que suas entrevistas vão se tornando cada vez mais amarguradas e a transferência de culpa já começou.

Hamilton começou a garantir o campeonato hoje. Uns 2 dedos na taça já estão lá. Correr em modo administração não é com ele. Após um início claudicante, se entendeu com o carro e achou o foco necessário. Se conseguir mais uma vitória na Rússia, próximo GP, ele pode simplesmente chegar em segundo nas seguintes que praticamente garante seu título no Brasil. Vettel agora é de vez o azarão das apostas e vendo cada vez mais só pode contar consigo mesmo (o “exército de um homem só” citado por mim na última coluna).

*
O que foi o Perez em Singapura ? O incidente na largada com Ocon até tem seu benefício de dúvida, mas a batida em Sirotkin foi simplesmente vergonhosa. Nem em corrida de kart indoor algo deste tipo é admissível. Nesta hora mostra porque seu nome não é cogitado para ir para uma grande equipe.

*
Charles Leclerc quebrou a urucubaca e marcou mais dois pontos. Talvez sirva para recolocar a cabeça no lugar após a confirmação do maior desafio de sua vida até aqui: a Ferrari em 2019.

*
Menções honrosas para Fernando Alonso (7º com esta McLaren manca) e Max Verstappen, que fez uma boa corrida e soube se impor perante Vettel em seu retorno dos boxes, garantindo o pódio.

quinta-feira, 13 de setembro de 2018

O exército de um homem só!


Na série “Suits”, em um dado momento, o personagem principal, Harvey Specter, diz que “Quando alguém apontar a arma na sua cabeça, a questão não é se render ou ser morto. Você ainda tem mais 146 formas de sair desta situação “. Talvez esta afirmação esteja sendo tocada como mantra nos ouvidos de Sebastian Vettel como preparação para o GP de Singapura neste próximo domingo.



O alemão chega extremamente pressionado para esta prova. Além do linchamento em praça pública feito pelos fãs da Ferrari e boa parte da imprensa após o GP da Itália, Vettel se vê na obrigação de fazer alguma coisa para reduzir a diferença de 30 pontos que Hamilton colocou sob ele, faltando 7 provas para o final do campeonato.



As tais 146 formas de escapar se reduzem mais um pouco ao perceber que Kimi Raikkonen, agora de saída confirmada no final do ano rumo à Sauber, não se mostra tão “colaborativo” quanto deveria. Sem contar a “eficiência” da Ferrari no trabalho de box e nas estratégias, levando vários “dribles” da Mercedes até aqui.



Mas temos que ver quantas vezes Vettel se colocou em prejuízo. Nem considero Baku tanto na lista pois se ele não tivesse tentado a passagem, teriam o chamado de frouxo. Mas França, Alemanha e Itália foram capitais nesta equação. Alguns tiveram a curiosidade de fazer as contas como estaria a situação no campeonato se tanta coisa não houvesse acontecido e o resultado foi que Vettel teria uma boa liberdade no campeonato em relação a Hamilton.



Um campeão não tem que contar somente com a competência, mas também com o imponderável. E neste aspecto, Hamilton vem dando de goleada em seu concorrente e parece não querer dar a fórmula para os demais. Hoje, é consenso que a Ferrari é o melhor carro do grid. Mas a Mercedes tem compensado com uma coesão ímpar no conjunto pista-box. E esta competência é que paga os dividendos agora.



Vettel será a divisão Panzer de um homem só na noite de Singapura. Como o próprio declarou nesta quinta-feira, antes de Hamilton, seu adversário é ele mesmo. E paira sobre si a maledicência daqueles que julgam que o alemão só é campeão por aproveitar o fato de ter tido um carro dominador e some nos momentos decisivos. Também deve martelar a corrida do ano passado, quando tinha tudo para fazer uma ótima prova e o “sanduíche” na largada com Max Verstappen e Kimi Raikkonen botou tudo a perder.



Um fator que pode ajudar ou atrapalhar Vettel é a Red Bull. Em uma pista onde o motor não é tão determinante e um bom chassi se sobressai, os taurinos podem se intrometer na briga pela vitória. Tudo indica que os envolvidos jogarão pesado nos treinos para conseguir ficar na frente. A Mercedes deve partir para uma estratégia de “administração de danos” em uma pista em que não deve andar tão bem (em princípio) e aproveitar da vantagem que tem.



A obrigação de atacar agora é da Ferrari e de Vettel. Hoje, o fator psicológico está a favor da Mercedes e Hamilton. O jogo pode ser ainda virado e o penta pode ir para o 5 de Maranello. Mas cada vez menos opções restam para escapar da arma apontada para cabeça e o erro agora deve ser zero. Seria bom o alemão pensar em apelar para forças ocultas para abrir os caminhos e virar o jogo...

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2018

O carro do piloto campeão com o número 1 faz falta à Fórmula 1?

Acompanho a Fórmula 1 desde a temporada de 1987, vi as corridas do ano de 1986, mas realmente pouco, ou quase nada, me recordo destas. 

Já em 87 via aquele carro vermelho e branco pilotado por Prost e sabia: Ali está o campeão!

Resultado de imagem para Mclaren 1987

No decorrer da temporada foi se desenrolando a bela disputa entre Nelson Piquet e Nigel Mansell, da qual o brasileiro se saiu melhor, sagrando-se tricampeão, e tínhamos uma certeza: Em 1988 Piquet ostentará o #1 mais uma vez, e assim o foi, deixou a Williams mas levou consigo para Lotus, além do motor Honda, o número de honra.

Resultado de imagem para lotus 1988

O carioca não teve muita sorte com o carro amarelo da Lotus, e logo ficou claro que não lutaria pelo quarto campeonato, e por certo não continuaria com o tão desejado número, mas outro brasileiro lutava pelo título, Ayrton Senna, que travava uma ferrenha batalha com Alain Prost. Ambos corriam com o carro dominante, a máquina que sobrava na turma, portanto, um dos dois seria o campeão, e com a ajuda do regulamento, o brasileiro venceu, e pela primeira vez ganhou o direito de ostentar o número 1, o que ocorreu na temporada de 1989, se repetindo em 91 e 92.

Resultado de imagem para mc laren 1989

Como Piquet em 88, após a verdadeira guerra vivida nos box da McLaren e nas pistas, no biênio 88/89, Alain Prost levou consigo o número 1 para Ferrari, para temporada de 1990, equipe que aliais, não utilizava tal número desde o péssimo carro com qual disputou a sofrível temporada de 1980.

Resultado de imagem para ferrari f1 1980
Resultado de imagem para ferrari f1 1990

Com os títulos de Mansell em 1992 e Prost em 93, tivemos que nos acostumar com a ausência do número 1, e vimos algo novo, o surgimento do #0, que foi utilizado por Damon Hill nas temporadas de 1993 e 94, pois os campeões não defenderam seus títulos, vez que a Williams trocou o inglês pelo francês em 93 e este por Senna em 1994.

Resultado de imagem para williams 1993
Resultado de imagem para williams 1994

Não só do #0 vivou Damon Hill, o inglês ganhou o título de 1996, tornando-se o primeiro filho de campeão a ser campeão, e consequentemente obteve a honra de usar o #1, contudo, mas uma vez a Williams aprontou das suas, e despediu o campeão, o que deu a possibilidade da pequena equipe Arrows, pela única vez na sua história, usar o número de honra.

Imagem relacionada

Michael Schumacher, o maior campeão da categoria, por óbvio, foi o que mais vezes teve a honra de usar o #1, em 1995 pela Benneton, em razão do título de 94, e outras 6 vezes pela Ferrari, em 1996, e de 2001 à 2005, em razão do domínio absoluto da equipe italiana nas temporadas de 2004/2004.

Resultado de imagem para benetton 1995
Resultado de imagem para ferrari f1 1996

Jenson Button correu com o #1 na temporada de 2010 pela McLaren, última vez que a tradicional equipe inglesa utilizou tal número, já o último piloto a ostenta-lo foi o tetracampeão Sebastian Vettel, nas temporadas de 2011 à 2014, e sempre na Red Bull, equipe que nunca fez muita questão de dar destaque ao número no seus carros.

Resultado de imagem para red bull 2011
Resultado de imagem para red bull 2014

Lewis Hamilton, também quatro vezes campeão, só utilizou o número 1 em 2009, ainda pela McLaren, pois ainda era obrigatório, já pela Mercedes, equipe na qual conquistou três dos seus títulos, todos em período em que vigora a possibilidade da escolha do número pelos pilotos, o inglês preferiu continuar usando o #44 nas temporadas de 2015, 16 e 18.

Imagem relacionada
Resultado de imagem para mercedes f1 2016

Infelizmente não saberemos se Nico Rosberg, campeão de 2016, resgataria a tradição do #1, pois o alemão cedeu seu lugar no carro campeão para Valtteri Bottas, nos deixando com essa dúvida. Eu acho que sim, tomara que algum jornalista, ou algum fã, faça essa pergunta a ele!

E você, fã da Fórmula 1, sente falta do número 1?